quarta-feira, 28 de março de 2012

Duel Deck: Venser vs Koth

Olá pessoal,

Já deixamos algumas unidades reservadas lá na Devir do próximo Duel Deck que irá sair... Venser vs Koth !!

Recentemente saíram as listas dos decks, então estou postando para quem quiser conferir.

Como só traremos algumas unidades, se você quiser já pode reservar a sua diretamente comigo... Aliás, já tenho algumas reservas feitas... Não deixe para última hora e corra o risco de ficar sem...

O preço é o mesmo de sempre: 55 reais.

Até!

Matheus





Erupt and Overwhelm

2 Wayfarer's Bauble
1 Vulshok Sorcerer
1 Vulshok Morningstar
1 Vulshok Berserker
1 Vulshok Battlegear
1 Torchling
1 Stone Giant
1 Spire Barrage
2 Seismic Strike
1 Searing Blaze
1 Pygmy Pyrosaur
2 Plated Geopede
2 Pigrim's Eye
25 Mountain
1 Lithophage
1 Koth of the Hammer
1 Journeyer's Kite
1 Jaws of Stone
1 Greater Stone Spirit
1 Geyser Glider
2 Fiery Hellhound
1 Earth Servant
1 Downhill Charge
1 Cosi's Ravager
1 Chartooth Cougar
1 Bloodfire Kavu
1 Bloodfire Colossus
1 Armillary Sphere
1 Anger
1 Aether Membrane





Evade and Shimmer

1 Windreaver
1 Whitemane Lion
1 Wall of Denial
1 Venser, the Sojourner
1 Vanish into Memory
1 Sunblast Angel
1 Steel of the Godhead
1 Sphinx of Uthuun
1 Soaring Seacliff
2 Slith Strider
1 Sky Spirit
1 Sigil of Sleep
2 Sejiri Refuge
2 Scroll Thief
1 Sawtooth Loon
1 Safe Passage
1 Revoke Existence
1 Primal Plasma
2 Preordain
7 Plains
1 Path to Exile
2 Overrule
1 Oblivion Ring
1 New Benalia
1 Neurok Invisimancer
1 Mistmeadow Witch
1 Minamo Sightbender
1 Kor Cartographer
1 Jedit's Dragoons
11 Island
1 Galepowder Mage
1 Flood Plain
1 Cryptic Annelid
1 Coral Fighters
1 Clone
1 Cache Raiders
1 Azorius Chancery
1 Augury Owl
1 Angelic Shield



Confira o post anterior a respeito desse Duel Deck.

segunda-feira, 26 de março de 2012

FNM - Abril 2012 - Desmembrar (Dismember)

Março acabando e essa sexta é sua última oportunidade de garantir seu Confim Tectônico FNM...

Mas a Wizards reservou para abril o melhor card de 2012, até o momento... DESMEMBRAR !!

Que o card é muito bom e que tem jogado em vários formatos todos já sabem. O que vale agora é dar uma conferida na arte que prepararam para esse card promo... Sem enrolar, está aí:




E aí, o que você achou do desenho?

Até!!

sexta-feira, 23 de março de 2012

It's Time to Pod!!!!


Olá, tudo bem ?

No último post falei sobre o PTQ de São Paulo e minha participação nele, além de algumas coisas para serem evitadas na sua preparação para um evento. E nessas últimas semanas venho seguindo meu conselho e treinando bastante, obviamente com grande foco no Modern.

O Modern é um formato muito gostoso de jogar, tanto pelo power level das cartas quanto pelos variados deck de nível muito bom e com certeza vou ter muita saudade quando deixa-lo , mas como qualquer coisa que você faz muito, uma hora da vontade de variar, ai que decidi dar uma olhada no bom e velho Standard pra ver o que anda acontecendo (já de olho em coisas interessantes para os próximos grandes torneios, como o World Cup Qualify) e me deparo com algo que com certeza me deu muita, mas muita vontade de jogar T2, o retorno do Pod !

Já deixando bem claro, não é que o deck deixou de existir, sempre tiveram pessoas jogando com Birthing Pod (eu mesmo sou um exemplo), mas o deck não estava sendo tudo o que esperavam por dois motivos:

1 – Um Field extremamente agressivo, inclusive com a presença do Delver ,o que complica muito sua vida, já que velocidade nesse deck às vezes é sinônimo de perda de vida (usar menos mana com Pod).

2 – Poucos cards de criatura que realmente te ajudassem contra esse ambiente. No geral as listas dos  Pods ainda se baseavam na estratégia antiga do Bant Pod, onde você fica normalmente na posição de jogador control da partida a maior parte do tempo. O problema era que você não tinha mais cards como Sea Gate Oracle ou Wall of Omens que te ajudavam a segurar o jogo, então você simplesmente ficava “correndo atrás” do seu oponente o jogo todo, o que não é muito agradável a esse deck.

Assim, essa carta incrível acabou sendo reduzida a no máximo aparecer como figurante de alguns decks (caso de algumas versões do Wolf Run). Mas as coisas mudaram muito, e pra melhor, porque duas cartinhas deram uma ajuda incrível ao deck e o que mais me surpreende é que não são cards que te ajudam a controlar, mas que dão uma cara ofensiva ao deck, partindo da idéia de que se você fizer seu oponente correr atrás de você, aparece o tempo necessário para encaixar Pod e dar mais força ainda a sua mesa a cada volta. Os dois cards são Geist da Raiz Estrangulante e Mestre da Caça da Derrubada.

Porque eles funcionam ?  Os dois tem várias características que casam bem com o deck. Falando primeiro do Geist, além da óbvia sinergia do imortal com o Casulo a característica agressiva também acaba sendo interessante por dar uma pressão absurda no começo do jogo, ele é um tipo de criatura difícil de lidar e isso só pode ser bom, fora que sacrificar uma birds para buscá-lo é algo que beira a apelação ás vezes.  Já o Mestre ajuda de diversas maneiras, primeiramente ele ajudaria em um suposto plano para segurar o adversário, já que ganhar dois de vida e fazer um blocker é uma maneira clássica de ganhar tempo, mas também sua habilidade de se transformar trabalha bem com um deck que pode incrementar sua mesa sem jogar mágicas, e ai ele mostra sua face ofensiva, sendo um removal, um burn e um belo 4/4 trample para espancar sem dó.

Esse dois são de tal importância que aparecem nas duas principais versões do deck a Naya e a Bant.

JohnnyHotSauce (3-1)
Standard Daily #3606318 on 03/22/2012
4 Copperline Gorge
6 Forest
2 Gavony Township
1 Mountain
1 Plains
4 Razorverge Thicket
3 Rootbound Crag
3 Sunpetal Grove
1 Acidic Slime
4 Birds of Paradise
4 Blade Splicer
1 Elesh Norn, Grand Cenobite
2 Fiend Hunter
1 Geist-Honored Monk
3 Huntmaster of the Fells
1 Inferno Titan
1 Llanowar Elves
1 Phyrexian Metamorph
1 Solemn Simulacrum
4 Strangleroot Geist
1 Viridian Emissary
1 Wurmcoil Engine
4 Birthing Pod
2 Green Sun's Zenith
1 Oblivion Ring
3 Avacyn’s Pilgrim
SB: 1 Acidic Slime
SB: 2 Act of Aggression
SB: 2 Ancient Grudge
SB: 2 Celestial Purge
SB: 3 Day of Judgment
SB: 3 Hero of Bladehold
SB: 2 Oblivion Ring


goblue9798 (4-0)
Standard Daily #3606302 on 03/21/2012
8 Forest
1 Gavony Township
1 Glacial Fortress
1 Island
2 Plains
2 Razorverge Thicket
4 Seachrome Coast
4 Sunpetal Grove
1 Acidic Slime
1 Archon of Justice
4 Birds of Paradise
3 Blade Splicer
1 Elesh Norn, Grand Cenobite
1 Fiend Hunter
1 Geist-Honored Monk
2 Llanowar Elves
3 Phantasmal Image
1 Phyrexian Metamorph
2 Solemn Simulacrum
1 Stonehorn Dignitary
1 Strangleroot Geist
2 Sun Titan
1 Sunblast Angel
1 Viridian Corrupter
2 Viridian Emissary
1 Wurmcoil Engine
4 Birthing Pod
4 Avacyn’s Pilgrim
SB: 1 Batterskull
SB: 1 Daybreak Ranger
SB: 1 Elesh Norn, Grand Cenobite
SB: 1 Hollowhenge Scavenger
SB: 1 Leonin Relic-Warder
SB: 2 Ratchet Bomb
SB: 1 Stingerfling Spider
SB: 3 Strangleroot Geist
SB: 2 Timely Reinforcements
SB: 1 Tree of Redemption
SB: 1 Viridian Corrupter


As duas acabam tendo bases parecidas  sendo que o Bant nada mais é que o Naya com um splash, enquanto no vermelho da Naya temos a aposta na agressão e no removal com cards como Inferno Titan e Daybreak e ás vezes Hellrinder, no azul Venser, Frost Titan e Imagem Fantasmal  dão uma mão.

É difícil dizer qual é melhor, mas ultimamente a Naya vem se dando bem justamente por apostar em ser mais rápido. Nesse ambiente com Frites, Zombies, Humans, Esper ou UB Control e Delver, ir pra “porrada” realmente me parece a melhor opção principalmente se você tem acesso a múltiplos tutores (Pod e Zenith) para  acertar seu jogo.

Concluindo, Pod está de volta, para alegria de caras como eu que piram nessa mecânica extraordinária, caso você vá jogar algum campeonato nas próximas semanas, eu honestamente recomendo esse deck, ainda acho que dá pra melhorar algumas coisas, mas já é um sério candidato a figurar entre os principais decks do formato.

Vlws e até a próxima.


Rudá Andrade

quarta-feira, 21 de março de 2012

quinta-feira, 15 de março de 2012

Reflexões Pós PTQ e Planos para o Futuro - Um pseudo Report do PTQ da Domain


Olá, tudo bem ?

Nesse fim de semana aconteceu o PTQ Barcelona em São Paulo na Domain, e eu realmente...deixei a desejar , tanto na escolha da versão do deck quanto em algumas jogadas . Não vou fazer um report por não achar que alguém vai ver interesse em um 4-4. Para o dia 31 na Devir pretendo mudar algumas coisas no deck e treinar um pouco mais, quem sabe ai escrevo um report de algo interessante.

Para efeito de curiosidade meus matchs foram Affinity (1-2), Zoo (1-2), Rb Burn (2-0), Elfos (2-1), UR Twin (0-2), Loam (2-1), GW Agroo (1-2) e UB Delver (2-0).

A versão que usei foi essa :

3 Vedalken Shackles
1 Spellskite
4 Mistbind Clique
4 Scion of Oona
4 Spellstutter Sprite
4 Cryptic Command
4 Mana Leak
4 Remand
3 Spell Snare
3 Vendilion Clique
1 Dispel
17 Island
2 Faerie Conclave
4 Mutavault
1 Tectonic Edge
1 Pendelhaven
SB: 1 Steel Sabotage
SB: 2 Mortarpod
SB: 2 Surgical Extraction
SB: 1 Spellskite
SB: 2 Threads of Disloyalty
SB: 2 Snapcaster Mage
SB: 1 Wurmcoil Engine
SB: 1 Dispel
SB: 2 Engineered Explosives
SB:  1 Tectonic Edge

Na verdade hoje vou é escrever sobre o que seria o “dia seguinte dos derrotados”, toda aquela reflexão que passa na sua cabeça na volta pra casa (no meu caso na volta de van para Bauru) e até mesmo na semana após os jogos, onde começam alguns flashbacks das partidas.

É sempre complicado quando você faz um resultado ruim porque bate aquele desânimo e você começa a procurar o que deu errado, seria o deck ? seriam jogadas mal feitas ? sorte dos oponentes ? bad matchs ? não era o meu dia ?

Pra essa “ressaca de derrota” eu só vejo uma solução, sentar e rever  tudo o que foi feito até o torneio, depois como foram as partidas, e por fim uma conclusão do que tem que ser mudado para o próximo (porque algo tem que ser mudado).

PRÉ-TORNEIO

Tudo começa com a escolha do deck, ou melhor, com a restrições para a escolha do deck, porque não sei quanto a você, mas eu não tenho uma pool de cards para todos os decks do formato, então foi a partir do que não tinha que fiz minhas escolhas. Os primeiros eleitos foram Caw-blade, Twin e Affinity, devido a hates e após alguns testes, o Caw me pareceu o melhor deck, apesar do match contra Tron ainda me preocupar. 

Na verdade até uma semana antes do ptq ele era minha escolha , mas por curiosidade comecei a brincar um pouco com o fadas e percebi que o deck era sensacional, o jeito “tempo” do deck me cativou e resolvi que o fadas e não o Caw seria minha aposta para o PTQ.

Eu tinha uma semana para treinar com o deck, e verdade seja dita eu não andava treinando muito nas férias, com a faculdade junto então, isso ficou mais complicado. Apesar de saber que o fadas era um deck que exigia de seu piloto que soubesse o que estava fazendo eu mantive minha decisão, porque sabia que o deck era bom.

Ai já vejo meu primeiro erro, o fadas é muito bom, fato, mas minha falta de treinos o faz bem pior e um deck “tempo” mal dirigido é extremamente  fraco contra um field tão agressivo quanto o do modern.
Fica ai a primeira lição para as próximas semanas, treinar mais. E treinar com qualidade, treinos “ao vento” no cockatrice não ajudam, são preciso treinos sérios e constantes contra quem você conheça e saiba que está com  um bom deck (por exemplo, fui treinar contra Loam só um dia antes do PTQ).

TORNEIO

No torneio em si , perdi por vários motivos, peguei alguns matchs bem complicados (principalmente os dois primeiros) e fiz algumas jogadas erradas. Não posso culpar o deck, lembro só de um jogo em que ele não veio muito bem ( contra Twin), mas em geral funcionou como esperado, apenas faltou um algo a mais para selar a vitória em várias partidas, mas algumas mudanças acho que resolverão.

CONCLUSÃO

O que posso concluir que é preciso para transformar esse resultado é simples, dito toda hora, mas que é sempre bom, treino. Independente do deck, sempre é preciso isso, e para um campeonato grande, mais do que nunca.

Claro que ás vezes você pode concluir que mesmo após treinos e boa preparação o deck pode não rodar, o que não quer dizer que ele é ruim, só que não era seu dia.

Ou quem sabe, o deck não era bom mesmo, então é hora de sentar e novamente escolher um deck (ou ele “se escolher”). O modern tem vários decks bons e com certeza você vai encotrar um que agrade.

A única coisa que você não pode fazer é após esse resultado concluir que esse “tal de mégiki não é pra mim” e largar tudo, é só tentar de novo.

Vlw e até a próxima.

Rudá Andrade